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O valor que damos as pessoas!

Chantilly, Quarta-feira, 30.10.13

 

Geralmente, diz-se que só damos valor as pessoas quando as perdemos mas sinceramente acho que isso é mentira. Eu sempre te dei valor. Às vezes, penso que se o meu erro não foi esse, então, qual foi? Simplesmente, o meu erro foi pensar que estarias sempre ao meu lado para o bem e para o mal. Mas o pior, foi acreditar piamente que isso iria acontecer. Nunca pensei que pudesses ir embora. As pessoas um dia vão embora. Umas seguem com as suas vidas. Outras acabam por falecer. Mas o certo, é que nunca estarei do início ao final da minha estadia neste mundo sempre acompanhada da mesma pessoa.

Todos os dias, acho que a vida foi injusta connosco. Às vezes, penso que teríamos uma longa vida juntos. Que tínhamos um mundo inteiro para descobrir e explorar. Que tínhamos um mundo de oportunidades. Mas, infelizmente, o destino não nos concedeu esse desejo. Outras vezes, penso que a vida separou-nos tarde de mais… Apegamo-nos muito e quanto mais tempo passávamos juntos mais dolorosa seria a separação.

Agora fiquei aqui sozinha, totalmente sozinha. Agora sei o que significa estar sozinha no meio de uma multidão. Às vezes, preferia não saber. Penso que quanto mais me sinto assim mais próxima estou da morte mental. Mais próxima estou do modo vegetativo.

Sabes, gostava de olhar para atrás e puder dizer que foste feliz comigo mas, sinceramente, não posso. Acho que foste tudo menos feliz. Gostava de ter podido cumprir todas as promessas que te fiz mas nem sequer me deste a oportunidade de tentar. Nem pude fazer-te feliz. Hoje faço-te uma promessa que sei que poderei cumprir. Eu nunca te esquecerei e não deixarei que ninguém ocupe o teu lugar no meu coração...

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Chantilly

Isto não é o que parece

Chantilly, Segunda-feira, 29.07.13

"Enviar-te 35 mensagens durante o dia a dizer que te ama e a perguntar onde estás não é uma prova de amor. É uma prova de que ele é um controlador e que, se tu deixas que ele o faça e não pões um travão a tempo, a coisa só vai ter tendência para piorar ainda mais.

Fazer-te perguntas sobre dinheiro não é indício de estar atento aos tempos difíceis em que vivemos, e reflexo de uma educação de poupança. Falar muitas vezes disso indica, isso sim, que um dia ele vai querer controlar o teu dinheiro. Aliás, se dependesse dele, era ele que geria já a tua mesada. Quanto gastas. Quando gastas. Em que gastas. Quando deres por ti, estarás a pedir-lhe autorização para comprar coisas para ti.

Pedir a password do teu e-mail ou da tua conta de Facebook não é sinal de que vocês nada têm a esconder um do outro. Não é sinal de que, entre vocês, tudo é um livro aberto. Mesmo que ele insista em dar-te a password dele. Isso é um sinal de desconfiança permanente. E um passo grande para o fim da tua privacidade. Sabes o que é privacidade,

certo? É uma zona tua, onde mais ninguém entra. A não ser que tu queiras.

Os comentários sobre a roupa que usas

ou o novo corte de cabelo não revelam um ciuminho saudável. Revelam que é ciumento. Ponto. Pouco lhe importa se tu gostas daquele top, daqueles calções ou daquelas calças apertadas. Entre os argumentos usados, talvez ele diga que já não precisas de te vestir assim, porque isso atrai a atenção de outros rapazes e tu já tens namorado. Se não fores capaz de lhe dizer, na altura, que te vestes assim porque te apetece, não para lhe agradar, pensa que este é o mesmo princípio que leva muitas sociedades a obrigar as mulheres a usar burka... Não é exagero. Controlar o que tu vestes é exatamente a mesma coisa.

Perguntar-te a toda a hora quem é que te telefonou ou ver o teu telemóvel, à procura das chamadas feitas e atendidas e das mensagens enviadas e recebidas não é um reflexo de pequeno ciúme. É um sinal de grande insegurança. Faças tu o que fizeres, dês tu as provas de amor que deres (na tua idade, o amor ainda tem muito para rolar, mas tu perceberás isso com o tempo), ele sentirá sempre que é pouco. E vai querer mais, e mais. E tu terás cada vez menos e menos.

Apertar-te o braço com mais força num dia em que se chatearam e lhe passou qualquer coisa má pela cabeça não é um caso isolado e uma coisa que devas minimizar porque ele estava nervoso. Aconteceu daquela vez e é muito, muito, muito provável que volte a acontecer. Um dia ele estará mais nervoso. E a marca no teu braço será maior. E mesmo que ele «nunca tenha encostado um dedo» em ti, a violência psicológica pode ser tão ou mais grave do que a física.

Gostar de ti mas não gostar de estar com os teus amigos não é amor. É controlo. E é errado. O isolamento social é terrível.Continuar a telefonar-te insistentemente depois de tu teres dito que queres acabar a relação, ou encher-te o telemóvel com mensagens a pregar o amor eterno, não significa que ele esteja a sofrer muito. Significa, sim, uma frustração em lidar com a rejeição. E se pensares em voltar para ele, pensa que da próxima vez que isso acontecer ele vai telefonar-te mais vezes. E enviar-te mais mensagens.

Guardares estas coisas para ti não é um sintoma da tua timidez. Não quer dizer que sejas reservada. É uma estratégia de defesa tua. E um pouco de vergonha, à mistura, não é? E que tal partilhares isso? Ficarias espantada com a quantidade de amigas tuas que passam por situações semelhantes."

Texto escrito por Paulo Farinha, do Diário de Noticias.


Ps. Adorei este texto e acho que é importante divulgar o que nele se diz porque muita gente passa por este género de coisas, eu própria já passei. Quero agradecer pelo magnifico texto do Sr. Paulo que com clareza e honestidade disse o que geralmente acontece e muitas vezes estamos cegos e não vemos, ou fingimos que não vemos... Por último, se estiver a infringir direitos de autor eu retiro imediatamente o texto.

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A vida...

Chantilly, Quinta-feira, 09.05.13

 

A vida é uma caixinha de surpresas.

 

           Um dia choramos porque perdemos o grande amor da nossa vida, no outro estamos apaixonada por alguém que não era o tal grande amor da nossa vida. Num dia choramos de tanto rir com um(a) amigo(a), no outro sofremos um enorme desgosto porque sentimo-nos traídas. Num dia sentimo-nos verdadeiramente feliz e noutro como se o mundo tivesse desabado em cima de nós.
           Nunca sabemos o que vai acontecer. Nunca temos nada como garantido e esse devia ser o lema porque essa é a realidade. Devíamos preservar e aproveitar o dia, Carpe diem, e tudo o que temos porque, como já me disseram algumas vezes, nada dura para sempre. Nem mesmo o sofrimento.
           Sofrer, todos sofremos. Chorar, todos choramos, uns mais outros menos mas todos choramos. Sentir, todos sentimos. Todos gostamos de alguém. Todos temos pessoas que nos amam. Todos temos pessoas que têm o dom de nos fazer rir. Todos temos pessoas que podemos contar e desabafar. Todos temos pessoas que gostamos de conversar. Todos temos pessoas que gostamos de estar.

 

Ninguém sobrevive sozinho.

 

           E, portanto, desafio a quem está à em baixo e triste de abraçar o sofrimento como um velho amigo. Um velho amigo que nos decidiu fazer uma visitar e tem planeado passarmos algum tempo juntos e rir até não aguentarmos mais. Aos restantes cuidem bem do que já possuem porque podem não possuir para sempre...

Beijinhos

Ps. Queria desejar um optimo aniversário à minha querida colaboradora LittleBubble... Que venham muitos mais, querida.

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Dia das mães!

Chantilly, Domingo, 05.05.13

O dia da mãe comemora-se no primeiro Domingo de Maio mas este texto não é de felicitações, pelo contrário.

Desde pequena que soube que ser mãe era bem diferente de dar à luz uma vida. Ser mãe é muito mais que isso. Acho sinceramente há mais gente que dá à luz do que mães no mundo.

Se já foste mãe quero reflitas se és alguém que deu à luz ou se és verdadeiramente mãe. Quero que respondas sim ou não as seguintes perguntas que te vou fazer.

 

Estás constantemente a criticar os teus filhos porque eles fazem tudo errado? Quando estás em casa estás quase sempre a berrar e a insultar, muitas vezes até o animal de estimação que está deitado no seu linho sem fazer nada? Humilhas os teus filhos? Maltrata-os (verbalmente ou batendo-lhes) e já lhes batestes de cinto ou chinelo, muitas vezes sem teres absolutamente razão nenhuma simplesmente estás enervada e os teus filhos é que pagam? Não sabes nada da vida dos teus filhos e da sua personalidade, e recentemente ficaste espantada com algo que descobriste? Os teus filhos quando têm um problema vêm ter contigo? Já precisaram desesperadamente de ti e tu viraste-lhes as costas e não quiseste saber? Os teus filhos já te disseram alguma coisa que era verdade e tu não acreditaste? Tens um filho preferido? Estás mais preocupada com a tua vida social que a felicidade dos teus filhos? Nunca quiseste saber dos teus filhos por vários anos? Não viste os teus filhos a crescer porque o teu trabalho sempre foi mais importante que eles? Estás constantemente a dizer para eles saírem de TUA casa e não voltarem? Exploras os teus filhos? Os teus filhos alguma vez te dizeram "amo-te mãe"?

 

Se respondeste tudo não estás de parabéns porque tu és uma mãe e portanto os meus mais sinceros “feliz dia das mães”.

Mas se disseste sim a alguma das perguntas possivelmente ainda estás a enganar-te a ti própria. Não queres admitir o que és mas a verdade é que és assim como descrevi e possivelmente ainda és pior… Para ti, o meu mais sincero “apodrece no inferno!” do tamanho do universo. Vou te dar mais um conselho: Não esperes receber “feliz dia da mãe” ou um “amo-te mãe!” hoje ou algum dia…

Os filhos não são cegos nem perdoam os teus erros para sempre. Eles amam incondicionalmente mas não amam para sempre. Eles conseguem ver os pais maravilhosos que os outros têm. Eles sabem como era suposto serem os pais. Eles aos poucos e poucos abrem os olhos e começam a deixar-te de te amar, e um dia vais acordar e ver todos os disparartes que dizeste e fizeste e já vais tarde…

 

Faça um teste
- Se receberes um “feliz dia das mães” à 0h ou logo que eles acordem, parabéns eles amam-te muito.

- Se receberes passado umas horas de acordarem é melhor que repenses um pouco as tuas atitudes.

- Se eles se esquecerem é urgente pensares nas coisas que fizeram desde que eles nasceram e corrigir os teus erros.

- Agora se eles se lembraram e não deram, bem, perdeste-os para sempre…

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A problemática da Geração Disney vs. Vida Real

littlebubble, Sexta-feira, 05.04.13

Somos da geração filmes da Disney e apesar disso ser realmente incrível quando éramos pequenos, agora pode tornar a nossa vida um pouco mais complicada. Somos da geração em que uma princesa podia apaixonar-se por um mendigo, em que crianças podiam voar para longe, para um lugar onde nunca tinham que crescer, em que é à irmã rejeitada que aparece uma fada madrinha, que lhe oferece um vestido e um carro e o príncipe a escolhe, logo a ela, no final. Somos da geração em que esperamos que o homem mude de ideias e abrace as nossas convicções só por amor. Somos da geração em que, mesmo que uma mulher seja rejeitada pela sua família, viva com sete homens e seja ingénua ao ponto de aceitar comida oferecida por estranhos, é por ela que o príncipe se apaixona, beijando-a enquanto esta dorme e toda a gente acha isso normal. Somos da geração em que toda a gente gosta do menino que mente e em que dois adultos se apaixonam porque os seus cães gostam um do outro. Somos da geração em que a miúda gira se apaixona pelo monstro, independentemente dele ser rico ou corcunda.

 

E depois chegamos à vida adulta, com estes sonhos de criança na cabeça, todas estas impossibilidades mas que nos parecem tão certas e naturais que não percebemos que o mundo cá fora é diferente do mundo inventado pelo Sr. Walt.

Cá fora, as pessoas de extractos sociais opostos raramente se cruzam, quanto mais para se apaixonarem. Cá fora, as crianças são hiperactivas e tomam medicamentos e não brincam na rua, porque é demasiado perigoso. Cá fora, se alguém te oferecer um carro e um vestido, tendes a desconfiar. Cá fora, cada vez se aposta menos no amor, cada vez se luta menos pelo amor e apesar de concordar com o divórcio como modo legítimo para se sair de uma relação na qual não se está bem, este nunca pode ser considerado como o caminho mais fácil ou a primeira escolha. Cá fora, se um homem tentasse beijar uma mulher desconhecida enquanto esta dorme, já estava preso. Cá fora, por norma, as miúdas giras ficam com os miúdos giros.

 

Estaremos mal habituados? Ou estamos a ficar cada vez mais cépticos em relação às outras pessoas, aos relacionamentos interpessoais, ao amor? Se calhar nem toda a gente é assim. Se calhar só assim é quem já tem o coração remendado. Porque por muito que queira acreditar, há sempre algo que acontece que me faz duvidar. Há o namoro que acabou porque era difícil, há o direito intrínseco que certas pessoas acreditam que têm de estar com mais que uma pessoa. Há as tentações por todo o lado. E porque é que na vida real os olhos não fazem “clic” com o primeiro olhar e o amor se instala para sempre? Ou será que dizer “e foram felizes para sempre” é apenas uma forma de esconder todos os podres da relação que vieram à tona assim que os holofotes do período lua-de-mel se apagaram?

 

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Bem-vinda!

Chocolate quente com chantilly foi criado para puder partilhar as minhas opiniões, dúvidas, dilemas e as mil e uma ideias que correm na minha cabeça. Também expressarei os meus conhecimentos sobre os assuntos que mais me despertam interesse e também servirá de desculpa para os puder aprofundar.

Falarei um pouco sobre tudo. Textos de opinião, moda, beleza, saúde, relacionamentos, séries, música, filmes, entre outros. Antes de mais quero deixar a promessa de esperança de num futuro próximo puder tratar de muitos mais temas.

Espero ainda que compreendas que não sou nenhuma profissional ou expert nos assuntos que tratarei, simplesmente, adoro pesquisar sobre os mesmos pois gosto muito de aprender sobre aquilo que me rodeia. Portanto, se houver algo que esteja incorrecto ou não concordes, comenta porque terei todo o gosto em ler e responder ou até corrigir se necessário.

Para finalizar, espero que te identifiques comigo.


Carpe diem!


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